Cada Um no Seu Quadrinho: A Nova Tradição dos Quadrinhos no Rio
- Quadrinhos Diários
- há 2 dias
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"Não existe eventos de quadrinhos no RJ".Bom, há alguns anos atrás, isso poderia ser verdade, mas não mais. Mesmo o Rio de Janeiro ter abrigado eventos importantes como a Bienal Internacional de Quadrinhos, essa memória se foi, todavia, está sendo resgatada pelas mãos do querido Lencinho, o idealizador do "Cada um no seu Quadrinho".

Cada um no seu Quadrinho, é um evento que acontece desde 2023 e que promove a divulgação do quadrinho nacional, e já trouxe nomes como Max Andrade, Marcelo Naranjo, Helô D'angelo e tantos outros.
Contudo, dessa vez foi diferente: como evento sempre acontecia no Circo Voador, esse ano aconteceu no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) o que, honestamente para mim, foi ótimo.
Sendo um local de mais fácil acesso, e claro, mais frequentado por demais públicos, o evento tomou novos ares, e claro, cumpriu ainda mais o seu objetivo de divulgar o quadrinho nacional. E caramba, tinha gente.
Porém, em nenhum momento foi desconfortável, pelo contrário. Os quadrinistas estavam felizes, o ambiente estava amistoso, as palestras eram interessantes, e só de comentar, já tô ansioso para o próximo. E a seguir, você confere o depoimento de alguns dos participantes:







E claro, não poderia faltar o depoimento do idealizador desse incrível evento, o Lencinho:
"O Cada Um no Seu Quadrinho 2026 foi um encontro potente. Foi o reconhecimento de um trabalho, porque, pela primeira vez, nós fomos convidados e tivemos apoio e suporte para realizar o evento. Esse convite partiu do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, em parceria com a Junta Local.
Tanto o Centro Cultural quanto a Junta Local deram suporte para que o evento acontecesse este ano, e o resultado foi o mais maravilhoso possível, porque a gente conseguiu mostrar, mais uma vez, um público no Rio de Janeiro interessado por essa mídia.
Teve os 3 debates que aconteceram com muita gente participando e interagindo, tanto fãs da nona arte quanto profissionais do mercado e pessoas que pensam em atuar nesse mercado, assim como a feira de quadrinistas.
A feira de quadrinistas foi um destaque. Nós tivemos que trabalhar com menos barracas do que no Circo Voador, e aí entrou a coletividade, a solidariedade: todo mundo topou dividir a barraca para, assim, a gente conseguir agregar mais quadrinistas, mais autores, mais artistas.
E um evento que aconteceu das 12h às 19h teve como resultado muita gente indo para casa de barraca vazia, muita gente vendendo seu material, vendendo seus livros, vendendo seus exemplares, suas edições.
Edições essas que eram de todo tipo: desde coisas com acabamento de capa dura, 4 cores, até publicações mais independentes. Teve espaço para todos, para a pluralidade, toda diversidade, toda a riqueza que hoje compõe os quadrinhos nacionais."
Eu já estou ansioso para o ano que vem. E vocês?
Tenho certeza que irão querer ir.




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