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Meus Fantasmas e o peso das memórias herdadas
Quantas das nossas dores realmente nos pertencem? Depois de concluir a leitura de ‘Meus Fantasmas’ de Tessa Hulls, essa pergunta permaneceu comigo por dias. Não porque a autora ofereça uma resposta definitiva sobre essa indagação, mas porque sua graphic novel demonstra que talvez a própria pergunta esteja errada - e isso é um paradoxo, eu sei (rs). A verdade é que certas dores talvez não sejam inteiramente nossas; tendo começado muito antes do nosso nascimento. Publicada no
Ronaldo Gillet
há 5 horas5 min de leitura
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